Manaus faz campanha histórica mas perde título da série D nos pênaltis

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Niash dos Anjos | CNA7
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Quem começou atacando na partida foram os visitantes, logo de cara uma falta com um minuto de jogo. Thiago Alagoano cobra falta na pequena área, e após falha da zaga, a bola sobra para Júnior Pirambu abrir o placar. O atacante do Brusque marcou seu décimo gol na competição, sendo cinco em casa e cinco em território visitante. No lance, o sol acabou atrapalhando o posicionamento da zaga amazonense.

Não deu nem tempo dos visitantes comemorarem o gol marcado que o Manaus saiu do zero na partida. Aos 7 minutos de jogo, Panda levantou bola na área, Derlan escorou de cabeça e Sávio mandou para o gol. Tudo igual na Arena da Amazônia.

O Gavião voou rumo ao segundo gol, com 13 minutos de jogo, Manaus marca com Diogo Dolem no rebote do chute de Evair, mas o bandeirinha anulou o gol.

Na etapa complementar de jogo o Manaus conseguiu a virada. Após escanteio cobrado por Evair, Mateus Oliveira se antecipa e cabeceia firme, sem chances para o goleiro Zé Carlos.

Precisando do empate o Brusque partiu pra cima do adversário e contou com a sorte para igualar o marcador. Aos 37 minutos, após bate e rebate na bola do Manaus, a bola é lançado na área e Thiago Alagoano aparece livre para marcar o gol de empate.

O jogo estabeleceu o novo público recorde da Arena da Amazônia. Ao todo, 44.896 pessoas compareçam na partida, sendo, 36.214 pessoas pagantes, para uma renda de R$ 1.192.010,00.

Arena da Amazônia. Foto: reprodução.

O empate prevaleceu durante os 90 minutos de jogo. O campeão foi decidido nos pênaltis. Os cinco batedores iniciais de cada clube converteu seus chutes, no alternado, Márcio Passos do Manaus mandou por cima do gol. O goleiro do Brusque, Zé Carlos que já atuou no futebol amazonense pelo clube do Fast, não tremeu e chutou estufando as redes e dando o título para os catarinenses.